É engraçado verificar como a vida muda e como as nossas opiniões mudam com o tempo. Todos nós gostamos de prendas. Nos aniversários, no Natal, em alguma ocasião especial ou mesmo num dia qualquer.

Pelo menos era o que eu pensava até começar com o Minimalismo. Quero mesmo seguir este estilo de vida e a ideia de me oferecerem um bibelot ou qualquer coisa que vá apenas “encher” não é coisa que agora goste.

Já fui mais sentimentalista. Já fui de guardar coisas que me ofereceram, mas que não tinham utilidade nenhuma.

Desculpem, mas guardar coisas só porque sim é estúpido. Já fui estúpida 🙂

Estou sempre a dizer:

Querem oferecer-me uma prenda?

Levem-me a jantar, levem-me a ver o mar, levem-me a ver um pôr do sol, contem-me uma história que me faça rir até doer a barriga. Façam coisas que me fazem feliz sem ser coisas materiais.

Eu tento sempre dar presentes de acordo com os gostos da pessoa, mas já recebi coisas que não têm nada a ver comigo. Não levo a mal se não me oferecerem um presente, prefiro até do que receber “tralha” que está a mais na casa da outra pessoa. Já recebi uma jarra que vi na estante de outra pessoa e não era nova. Era a mesma. Não faz sentido.

A ideia de dar, de agradar outra pessoa é bonita, mas se for nas condições mencionadas em cima, não faz sentido. Pelo menos para mim.

Não quero coisas. Não é de todo a minha prioridade neste momento. Quero momentos e memórias vividas com pessoas que gosto.

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