Quem me conhece, sabe que eu nunca fui muito dada a modas. Nunca tive muito jeito e como a minha prioridade é o conforto, esqueço-me de conjugar cores e padrões e não ligo nada a essas coisas, pronto 🙂

Nunca fui muito vaidosa, durante muitos anos comprei roupa em Inglaterra porque aqui em Portugal não havia.

Nunca gostei de andar igual às outras pessoas.

Mas, agora e desde 2012 (altura da minha separação), passei a ligar mais a isso.

Por ter passado por dificuldades, por sentir que precisava de aumentar a minha auto-estima, por achar que devia de gostar mais de mim.

Enfim, foram imensas as razões, incluindo as pessoas com quem me relacionei depois. Sim, em 5 anos, foi mais do que uma. Não sou santa 🙂

Mas isto tudo para explicar que mesmo que queiramos ser vaidosas e queiramos cuidar de nós, isso custa dinheiro e não é pouco.

É óbvio que podemos fazer imensa coisa em casa, é óbvio que podemos arranjar as nossas próprias unhas, mas não é a mesma coisa.

A depilação, por exemplo.

Durante muito tempo fiz em casa. Até que apanhei alergia à gilette (nas virilhas) e os outros produtos dão me comichão e não duram.

Por isso eu agora não dispenso a depilação com cera, uma vez por mês. Já tentei cera em casa, bandas e tudo e não funciona. Foi um gastar de dinheiro sem necessidade. Encontrei um sitio barato e de qualidade e estou muito satisfeita.

Depois vêm as unhas. Não tenho jeito para pintar as unhas. Pintar com a mão esquerda então, é um desastre.

Por isso não dispenso o gelinho uma vez por mês. Dura imenso e estão sempre bonitas. E no sitio onde trabalho, é importante ter as mãos arranjadas.

E depois temos as raízes do cabelo que precisam de ser pintadas todos os meses. Sim, porque tenho cabelos brancos desde muito cedo.

Ser mulher e andar arranjada fica caro. E para quem estica o dinheiro como eu, é complicado. Mas se calhar consegui o trabalho que tenho e consegui manter-me lá porque passei a “olhar” mais para mim.

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