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Lista 3

5 Empregos que eu nunca teria ( digo eu agora, nunca se sabe ) mas que admiro MESMO quem os tenha.

– Veterinária (adoro animais mas acho que iria passar os dias a chorar ao ver o sofrimento dos bichos).

– Educadora de infância (adoro crianças, mas acho que não teria paciência para aturar as birras dos miúdos mal educados pelos pais).

– Trabalhar num café ou num restaurante com muito movimento, como empregada de mesa, acho que não conseguiria estar tanto tempo de pé e acho que trocava os pedidos todos.

– Guia  ( sou péssima a decorar caminhos ).

– Recolha de lixo urbano (acho que vomitava todos os dias com o cheiro).

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10 COMMENTS

  • Elisiane Masson

    Ah adorei o post. Eu também não conseguiria ser médica ou enfermeira, não posso ver sangue! Beijos.

  • Mafalda S.

    He, he… gostei de saber mais isto sobre ti. Confesso que a forma como escreveste teve imensa piada.

    Beijos

  • Maria

    Essa do não poder estar em pé tanto tempo é que eu não esperava!!

    É que a meu ver és daquelas pessoas que não consegue ficar quieta um momento. A casa limpa-se em pé, o Simão passeia-se em pé…

    Bem, mas de facto eu já fiz coisitas numa tasca e aquele "em pé" é mesmo diferente dos outros.

  • Mónica Dona d
    AUTHOR

    Maria,

    Se não tivesse um problema nas costas até dormia de pé, mas infelizmente tenho.

    Não demoro 8 horas a passear o Simão nem a limpar a casa.

    Bj

  • Anali

    Olá Mónica. Conheci ontem o seu site e já virou vício. Coloco este meu primeiro reply pra dizer que por coincidência vim aqui agora à procura de algum incentivo pois estou à procura de emprego e está tão difícil de conseguir sequer uma entrevista, que começo a considerar procurar em sítios que antes nunca imaginei. O problema é que a minha lista de "incapacidades" para certas profissões já me parece grande demais para estes tempos de crise 🙁 Por exemplo, não consigo vender nem que seja coca-cola fresquinha no deserto, sou tímida e ter que lidar o dia inteiro com pessoas diferentes parece-me o fim do mundo… e segue a lista rsrsrs

    Bem, enquanto não trago a guita para casa, vou aprendendo por aqui a organizar e a poupar.

    Beijinhos e aUbraços para o Simão!

  • Telma

    Sou educadora de imfância, e toda a gente diz "ah, tão fácil, é so "toma conta" dos putos". Pois, mas em primeiro lugar para "tomar conta" não se tira um curso, arranja-se uma ocupação (posso tomar conta de um carro enquanto alguém vai ás compras por exemplo…); em segundo lugar, é preciso mais do que gostar de crianças e de paciência; tem que se ter vontade de ensinar e, acima de tudo, educar! Por fim, sim, as crianças hoje em dia estão cada vez mais mimadas, mas acreditem que é bem mais difícil trabalhar com meninos de colégios riquinhos, do que putos de bairro; os dos colégios conseguem ter menos educação e moral!

    Parabéns pelo site Mónica, tem sido mt util para mim e uma verdadeira inspiração!

  • Rita João

    Olá Mónica

    em relação aos trabalhos que indicaste também não se enquadra na minha personalidade, mas em relação a trabalhar em restaurante/pastelaria devido a escassez de emprego já me tive de sujeitar e confesso que o custava não era o passar 8h de pé, mas sim o ordenado ao fim do mês ser miserável e nem ordenado mínimo receber…

    Enfim, Anali, em relação a trabalhar com o público também me considerava tímida e aprendi a lidar com isso, mas vender pensava que nunca, detestava…

    … neste momento trabalho na área comercial de uma empresa, pois foi o que apareceu, em que tenho de vender imenso para me aguentar, e acredita não é fácil mas realizável, mas existe formação e sem experimentar não podes por de lado.

  • Virgínia

    Olá Mónica

    A lista de empregos que nunca queria ter, para mim, não são nhenhum problema.

    Os meus empregos foram sempre em escritórios (contabilista) e sentada.

    Para mim o pior emprego é ter de mudar as fraldas a um adulto e pior do que isso é ter de o ajudar a evacuar. Nunca na vida me passou pela cabeça conseguir fazer um serviço desses, achava que vomitava, mas não, durante dois anos foi um dos trabalhos diários, de 24 horas, a cuidar de um doente.

    Sabe o que eu penso? Não foi por amor pois eu e o meu pai tínhamos um ódio figadal. Pouco tempo antes de ele ficar tetraplégico (hernia na cervical) eu disse-lhe: "Você ainda me vai cair nas mãos e eu vou contar-lhe uma história".

    Nunca lhe 'contei a história', cuidei dele como se ele tivesse sido o melhor pai e o melhor marido do mundo.

    O que tive foi muita pena… mesmo muita pena.

  • ana alcantara

    virgínia, é isso que define as pessoas de bom coração 🙂

  • Ana

    Assim de repente, nao gostaria muito de ser advogada, principalmente de defesa de certos criminosos, eu sei que é um trabalho, mas como será que "dormem à noite" em relaçao a certos casos, como mortes…

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