– Faça um levantamento dos seguros que tem, para evitar a duplicação de coberturas. Os cartões de crédito e de débito têm seguros associados. Descubra o que cobrem.

– Analise o mercado antes de contratar um seguro. Para o mesmo nível de cobertura e capital seguro há grandes variações de preço. No seguro automóvel com cobertura de danos próprios as diferenças podem ir até mil euros anuais.

– Confronte as condições da sua companhia com as de outras seguradoras. Consulte um mediador: regra geral, estes concedem descontos de 20 a 25% num pacote.

– Contrate só mesmo aquilo de que precisa e com o limite de capital adequado. As seguradoras vão tentar vender-lhe coberturas adicionais.

– Evite o pagamento semestral, trimestral ou mensal dos prémios, pois isso implica um custo adicional, proporcional ao número de prestações.

– Uma forma de baixar o prémio de um seguro automóvel com cobertura de danos próprios é optar por uma franquia ( valor até ao qual a seguradora não paga ), mais elevada. Por norma, as franquias correspondem a 2% do valor do veículo, mas uma franquia, por exemplo, de 12% pode reduzir o prémio para metade.

– Por norma, as seguradoras telefónicas oferecem preços mais reduzidos. A oferta, porém, limita-se aos seguros para automóvel e casa.

– Se vai mudar de seguradora, comunique-o 30 dias antes da data em que pretende que o contrato termine. Para tal, envie uma carta registada com aviso de recepção. Se estiver próximo do vencimento, basta não pagar o prémio. Peça o certificado de tarifação para apresentar na nova companhia.

– As seguradoras agravam o prémio dos condutores com acidentes declarados e reduzem o dos que não têm participações.

– Se for responsável por um acidente que causou danos menores, pode compensar chegar a acordo com o outro envolvido. Se a companhia for chamada a intervir, o agravamento pode vigorar durante alguns anos.

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